domingo, 25 de março de 2012

O ritmo é o som e o silêncio brincando de pega-pega.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

mesmo sendo pr'elas o céu,
pras pessoas, o fio elétrico,
pras árvores, demarca o limite

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

agora
nada é tão importante
que ultrapasse o próximo instante

os momentos, um a um,
nos chamam pra dançar num ritmo sempre inédito
num jogo de símbolos mutantes
onde os que conseguem rememorar
são os que que obtém a ilusão do mérito

quando, o que com eles aconteceu
foi perceberem que sabem
aquilo que não se esqueceu

sábado, 30 de julho de 2011

sol e violão
todos cantam
todos são


(por Mousieur Gimenê)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

acalma pessoas
existe incontível
sintonia sutil

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Dentro de você um imenso eu.
Dentro deste, um, feito de infinito, mais puro
e, nele, nós.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Acordo envolta aquilo tudo que restou, a taça toda manchada de batom, o vinho com gosto e os goles de ontem, o teu perfume desde anteontem no meu corpo, na roupa, no quarto. Quinta-feira não dormiu, virou sexta, sábado, só não poderia virar domingo, em dia sagrado não se mexe, e não se mexeu, dormiu, não nós, achávamos que eramos santos, ou anjos, ou sonhos. Envolta tudo aquilo que sobreviveu, a taça, o batom e o perfume, fico pensando se o quarto não está assim desde a ultima vez que você apareceu ou se os ruídos de chinelo, das xícaras e do café não seriam a ultima parte daquele deja vu.